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QUARTO 33

Integrado no 27º Festival de Teatro de Barcelos, que decorre no Theatro Gil Vicente em Barcelos de 27 de Setembro até 2 de Novembro. Organização de A Capoeira Companhia de Teatro de Barcelos e com o apoio do Município de Barcelos.

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Integrado no 27º Festival de Teatro de Barcelos, que decorre no Theatro Gil Vicente em Barcelos de 27 de Setembro até 2 de Novembro. Organização de A Capoeira Companhia de Teatro de Barcelos e com o apoio do Município de Barcelos.

 

“O QUARTO 33” Pela Fora de Cena

 

SINOPSE

Que mal poderá acontecer num casamento que não dura há mais de umas horas?

Numa pensão cujo dono intitula de “hotel”, um casal procura passar a sua noite de núpcias. João e Amélia nunca se chegam a deitar juntos. Com um “até que a morte vos separe” repentino, o quarto 33, luxuoso nicho dos recém-casados, fica marcado com uma morte inexplicável.

Dez anos depois, ainda lá está a mesma pensão. Abafado o crime, pouca clientela tem coragem de ignorar os rumores de que o hotel está assombrado. Qual será o segredo encerrado no quarto 33?

Por entre as bebedeiras do cozinheiro e o charme irresistível do hoteleiro, Sr. Silvé-rio, como se irá resolver este mistério?

Agora que o check-in está feito, desejamos-lhe uma óptima estadia!

 

Informações:

Género: Comédia

Duração: 1h20m

Intervalos: 1 (5-10 minutos)

Em cena: Sim

 

Elenco(ordem de entrada):

Sr. Silvério – Hélder Duarte

Amélia – Cristiana Carpinteiro

João – Filipe Lima

Dona Céu – Sara Miranda

Sr. Óscar – Rui Quintas

Joana – Regina Vilaça

Homem – Paulo Macedo

Angelina (Cartomante) – Catarina Peixoto

Polícia G.N.R. – Paula Silva (ou Paulo Barbosa)

 

Classificação: Maiores de 12 Anos. (Não é permitida a entrada na sala de espectáculos de pessoas com idade inferior)  Decreto de Lei nº 23/2014

As reservas de Bilhetes - tgv@cm-barcelos.pt ou 253809694

TRIBOS

Theatro Circo Teatro do Brasil | Nina Reine “TRIBOS” 05 Outubro, domingo, 17h30 e 21h30, Sala Principal 25 € | Cartão Quadrilátero: 12,5 € M12

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TRIBOS
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 “Tribos” traz António Fagundes de volta ao Theatro Circo. O ator brasileiro faz-se acompanhar pelo filho, Bruno Fagundes, e, em conjunto com os atores Arieta Correa, Eliete Cigaarini, Guilherme Magon e Maíra Dvorek, dá corpo a uma premiada “comédia perversa”, com sacadas inteligentes e uma questão polémica, que promete criar uma inusitada relação com a plateia, entreter, levantar questões e entregar um bom produto aos amantes das artes. Nina Raine, autora do texto, usa a figura de um deficiente auditivo para questionar os diversos tipos de limitações do ser humano e, de uma maneira maldosamente divertida e politicamente incorreta, revive as típicas questões familiares e reforça as dificuldades de convivência, como em todas as tribos. “Tribos” aborda a surdez universal e tem Billy (surdo oralizado) como protagonista do espetáculo: “Somos só mais um na multidão”; “O mundo é surdo” - diz Billy. “Existe surdez maior que o preconceito; que o orgulho; que a ignorância; o egoísmo; a falta de amor?”, afirma Bruno Fagundes a respeito do tema central de “Tribos”.

Autor: Nina Raine | Tradutor: Rachel Ripani | Diretor: Ulysses Cruz | Elenco: Bruno Fagundes, Maíra Dvorek, Eliete Cigaarini, Guilherme Magon, António Fagundes, Arieta Correa | Figurinista: Alexandre Herchcovitch | Cenógrafo: Lu Bueno | Iluminador: Domingos Quintiliano

BANDOLEIROS CABARET

3 e 4 de outubro 21:30H Casa das Artes Entrada: 7 euros | Cartão Quadrilátero Cultural e Estudantes: 3,5 euros

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Jangada Teatro Bem-vindos ao nosso Cabaret. Um cabaret político anárquico, bem-humorado, provocante, poético e desbocado. Por ele passarão os bandoleiros do passado: Zé do Telhado, Boca Negra, as manas Genoveva e os ladrões do presente: Madame FMI e seus súbditos. Outros bandidos impunes desfilarão arrogantes: os assassinos das esposas, os marialvas e os adoradores da bola. Mulheres corajosas e servis, atrevidas e bandoleiras a desafiar o poder dos machos. Tudo regado com inebriante música e ritmos tropicais executados pela nossa Banda de Renegados; vozes e sons do antigamente e do agora, a salivar o seu alegre veneno. Sem papas na língua, os nossos comediantes encarnarão os fora da lei ou receberão os espíritos dos mortos. Sentiremos hálito dos fantasmas e o fedor dos corruptos. O passado que retorna implacável e o presente sem futuro que nos atormenta. Sempre a rirmos das desgraças e a enaltecermos a transgressão, queremos sentir e dar prazer ao nosso público sedento de riso e de má-língua. José Caldas Equipa artística: Dramaturgia e encenação: José Caldas Texto: Filomena Gigante Música: Alberto Fernandes Interpretação: Luiz Oliveira, Magda Magalhães, Patrícia Ferreira, Rita Calatré, Vítor Fernandes e Xico Alves Execução musical: Alberto Fernandes, Pedro Oliveira e Rui Souzza Coreografia: Hugo Romero e Carla Pinto Desenho de luz: Nuno Tomás

Círculo de Transformação em Espelho

ANNIE BAKER TEATRO OFICINA   Depois da estreia no Festival de Teatro de Almada, o Teatro Oficina apresenta no CCVF a sua mais recente produção, “Círculo de Transformação em Espelho”....

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Círculo de Transformação em Espelho
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ANNIE BAKER
TEATRO OFICINA
 
Depois da estreia no Festival de Teatro de Almada, o Teatro Oficina apresenta no CCVF a sua mais recente produção, “Círculo de Transformação em Espelho”. Numa pequena cidade, a abertura de um curso de teatro desperta o interesse de um carpinteiro recentemente divorciado, de uma estudante de liceu, de uma antiga atriz e do próprio marido da professora, que nele se inscrevem, compondo a mais improvável das turmas. Como num divertido filme indie que progressivamente se revela, os participantes realizam os imaginativos (e, por vezes, estranhos) exercícios teatrais pensados pela professora, sem se aperceberem de que, à medida que a sua relação evolui, as atividades letivas aparentemente inconsequentes dão lugar a dramas reais, de que são os protagonistas. “Círculo da Transformação em Espelho”, de Annie Baker, é uma peça com um título complicado para explicar uma coisa simples. Cinco atores num exercício teatral convidam o público a participar e somos todos testemunhas e vítimas de uma transformação comum. Este espetáculo ganhou o Prémio Obie para Melhor Peça de Teatro Americana de 2010, integrando também as listas de referência do The New York Times e da The New Yorker para o mesmo ano.
 
INTERPRETAÇÃO ALHELI GUERRERO, ANDRÉ JÚLIO TEIXEIRA, DIANA SÁ, EMÍLIO GOMES E TERESA COIMBRA
ENCENAÇÃO MARCOS BARBOSA
TRADUÇÃO MANUEL NETO
CENOGRAFIA RICARDO PRETO
DESENHO DE LUZ PEDRO VIEIRA DE CARVALHO
FIGURINOS SUSANA ABREU
SONOPLASTIA PEDRO LIMA
PRODUÇÃO EXECUTIVA TEATRO OFICINA
 
Preço 2,00 eur (sessões das 15h00)
7,50 eur / 5,00 eur c/d (sessões das 21h30 e das 17h00)
Maiores de 12
 
SEX 3
APÓS A SESSÃO DA NOITE DO ESPETÁCULO “CÍRCULO DE TRANSFORMAÇÃO EM ESPELHO”
HÁ CONVERSA COM…MARCOS BARBOSA
O Serviço Educativo propõe, desde setembro, conversas regulares no âmbito de várias disciplinas e vertentes da programação. Há conversa com... acontecerá regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir os objetos artísticos. Em outubro, há conversa com Marcos Barbosa em torno da mais recente criação do Teatro Oficina, “Círculo de Transformação em Espelho”. 

SOBRE A MESA DE CABECEIRA

Integrado no 27º Festival de Teatro de Barcelos, que decorre no Theatro Gil Vicente em Barcelos de 27 de Setembro até 2 de Novembro. Organização de A Capoeira Companhia de Teatro de Barcelos e com o apoio do Município de Barcelos.

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Integrado no 27º Festival de Teatro de Barcelos, que decorre no Theatro Gil Vicente em Barcelos de 27 de Setembro até 2 de Novembro. Organização de A Capoeira Companhia de Teatro de Barcelos e com o apoio do Município de Barcelos


“Sobre a Mesa de Cabeceira”
 

A Companhia de Teatro Poucaterra apresenta a sua 26ª produção.

“Sobre a Mesa de Cabeceira”, com texto e encenação encomendados pela Fundação INATEL para estrear na Sala Estúdio do Teatro da Trindade a 16 de Março de 2012.

“Sobre a Mesa de Cabeceira” aborda a problemática da violência doméstica infantil e dos abusos sexuais de menores, tornando-o num drama forte e intenso. Suscita-nos a reflexão sobre a esperança, o perdão, a expurgação e as possibilidades de redenção.

“Este espetáculo abarca um texto denso, carregado de profundas cicatrizes sociais, que nos reportam a uma estória amargamente vivida em muitos locais do nosso planeta.

Este trabalho envolve duas personagens que pelas suas estórias e testemunhos de vida partilham a sua devoção e os seus sentimentos numa intensidade admirável e ao mesmo tempo apaixonante.” Rafael Amaral Vergamota Sobre a Mesa de cabeceira repousam os nossos traumas, as nossas fobias, as nossas desilusões... Sobre a Mesa de cabeceira acomodam-se os retratos da nossa história, as imagens da nossa versão...
 

SINOPSE

“Sobre a Mesa de Cabeceira” é um drama que retrata a decadência de uma família de pescadores. As relações duma família disfuncional, fortemente

marcadas por abusos e violência na infância levam, no estaleiro do pai, dois irmãos já emancipados, encurralados pelo passado e em desespero, a cometerem, mutuamente, atos extremos de violência e a debaterem-se em busca da redenção.
 

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

Sobre a Mesa de Cabeceira

Drama de Rafael Amaral Vergamota

Prémio Nacional para Melhor Interpretação Masculina – Rafael Amaral Vergamota

Prémio Nacional para Melhor Interpretação Feminina – Rute Lourenço

Nomeações:

Melhor Espetáculo Nacional * Melhor Encenação * Melhor Cenografia * Melhor Desenho de Luz

[Concurso Nacional de Teatro – 2013]

Federação Portuguesa de Teatro / Fundação INATEL / Município da Póvoa de Lanhoso

Encenação Rafael Amaral Vergamota

Interpretação

Lúcio – Rafael Amaral Vergamota

Lívia – Rute Lourenço

Cenografia Rafael Amaral Vergamota

Figurinos Rute Lourenço

Desenho de Luz Rafael Amaral Vergamota

Desenho de Som Maria João Jeromito

Operação de Luz Ana Capela Alves

Operação de Som Maria João Jeromito

Operação de Ambiências Catarina Pinto

Produção Ana Margarida Simão/CTP 2013

Classificação Etária M/16 (Não é permitida a entrada na sala de espectáculos de pessoas com idade inferior)  Decreto de Lei nº 23/2014

 

As reservas de Bilhetes - tgv@cm-barcelos.pt ou 253809694
 
 

FESTIVAL SEMIBREVE

Theatro Circo Músicas Eletrónicas 10 e 11 Outubro, sexta e sábado, 21h30, Sala Principal e Pequeno Auditório 12 Outubro, domingo, 18h00, Sala Principal

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 Ao longo das suas três edições, o Semibreve afirmou-se como um evento fundamental no panorama da música eletrónica nacional e internacional. Proporcionou espetáculos de alguns dos artistas mais relevantes da atualidade no domínio da música eletrónica e contribuiu para a divulgação de produção científica no campo das artes digitais produzida por instituições de referência, tais como a Universidade do Minho, a Universidade do Porto, a Universidade Católica e a Fundação Bienal de Cerveira. O Theatro Circo permanece como montra principal do festival, contudo o Semibreve alargará a sua abrangência a mais espaços da cidade.

10 Outubro

21h30 - Karen Gwyer + Maria Mónica

22h45 - @C

23h59 - Roll The Dice

11 Outubro

21h30 - Patten

22h45 - Thomas Ankersmit

23h59 - Demdike Stare

12 Outubro

18h00 - Ryoichi Kurokawa 

19h10 - Plaid

Bilhete Geral (acesso a todos os concertos do TC e instalações): 25 €
Bilhete Geral SP (acesso a todos os concertos da Sala Principal e instalações): 20 €
Bilhetes diários (acesso apenas à Sala Principal e instalações): 9 €
M12
 

 

 

"TRIBOS"

8, 9 e 10 de outubro 21:30H Casa das Artes Entrada: 25 euros | Cartão Quadrilátero Cultural: 12,5 euros

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Pai e Filho encontram-se pela primeira vez em palco no nosso país, com a peça “TRIBOS”. O espetáculo é uma premiada comédia perversa, da autoria de Nina Raine, que promete criar uma inusitada relação com a plateia – entreter, provocar e ao mesmo tempo entregar um extraordinário momento ao público. A autora, de uma forma divertida e politicamente incorreta, usa a personagem de um deficiente auditivo para questionar as diversas limitações do ser humano. Quem será mais surdo? Aquele que não consegue “calar-se” o tempo suficiente para entender uma realidade diferente da sua, ou, aquele que fisicamente é incapaz de receber estímulos auditivos? Existirá surdez maior que o preconceito, o orgulho, a ignorância, o egoísmo ou a falta de amor? TRIBOS, enorme sucesso no Royal Court Theater, em Londres e vencedor do prémio New York Drama Critics, chega agora a Portugal pelas mãos da produtora PLANO 6, com um elenco de luxo, protagonizado por António Fagundes e Bruno Fagundes. Billy (Bruno Fagundes) nasceu surdo no seio de uma família sem deficiências auditivas. Foi criado dentro de um casulo ferozmente idiossincrático e politicamente correto, adaptando-se brilhantemente ao comportamento pouco convencional da sua família. Mas quando Billy conhece Sylvia (Arieta Correia), uma jovem mulher prestes a ficar surda, conhece uma nova realidade. Este será o ponto de viragem que o colocará, assim como ao público, perante a dúvida do que realmente significa pertencer a algum “lugar”. Autor: Nina Raine Encenador: Ulysses Cruz Interpretação: António Fagundes, Bruno Fagundes, Arieta Correia, Eliete Cigaarini, Guilherme Magon, Maíra Dvorek Produção: Plano 6 Nota Importante - O espetáculo começa rigorosamente no horário marcado. Não é permitida a entrada após o seu início. Não há devolução de dinheiro nem troca de bilhetes.

MARIA GABRIELA LLANSOL: O ENCONTRO INESPERADO D...

TRABALHOS DE ILDA DAVID E DUARTE BELO  A exposição “O encontro inesperado do diverso” é a primeira de um ciclo que aborda universos autorais no campo da poesia, cruzando-os com a...

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MARIA GABRIELA LLANSOL: O ENCONTRO INESPERADO DO DIVERSO

TRABALHOS DE ILDA DAVID E DUARTE BELO
 
A exposição “O encontro inesperado do diverso” é a primeira de um ciclo que aborda universos autorais no campo da poesia, cruzando-os com a linguagem própria da arte contemporânea. Tendo como pano de fundo o livro Lisboa-Leipzig, obra de charneira no percurso de Maria Gabriela Llansol, convidámos a pintora Ilda David e o fotógrafo Duarte Belo a revisitar visual e materialmente este singular universo que, como poucos, reinventou a língua e a escrita.
 

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Visita guiada Inscrições: cultura@cm-braga.pt Ponto de encontro: Praça Municipal
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10 out (sexta) | 21h15 Ciclo de História Local 11 out (sábado) | 10h00 Visita Guiada
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